Doczar
Para clínicas de todas as especialidades

Fazer certo não é a mesma coisa que provar que fez certo.

O Doczar monta o contrato e o TCLE certos para cada procedimento — implante, prótese, ortodontia, cirurgia — assinados no celular em menos de 3 minutos.

1.144 decisões do TJSP analisadasCláusulas revisadas por advogado
Sem compromisso
Dossiê do Tratamento
Gerado automaticamente · cobertura completa
IMPLANTE
Paciente
Carlos Andrade
Procedimento
Implante unitário — 36
Documentos do dossiê
TCLE — Implante osseointegrado
Contrato de prestação de serviço
Anamnese respondida pelo paciente
e mais 4 documentos incluídos
Assinatura do paciente
DoczadoDOC-2287 · 12 jun · 14:07
O que decide esses casos

O laudo disse que a técnica estava certa. Ele perdeu assim mesmo.

Olhamos 54 processos em que o perito não encontrou erro no tratamento. Em treze o dentista foi condenado do mesmo jeito — quase um em cada quatro. E quase sempre o que pesou foi a documentação: não o que ele fez na boca do paciente, o que ele tinha registrado.

Em quase um a cada quatro casos em que o perito não achou erro, o dentista foi condenado assim mesmo — pelo que faltava no papel.

Isso não é coisa de São Paulo. A lei que manda o dentista informar o paciente — e que joga nele o trabalho de provar que informou — é a mesma no país inteiro.Em dez desses treze casos a documentação entrou na fundamentação. Treze entre 54 é base pequena: dá para ver a direção, não para cravar o percentual. A lei é o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil. Fonte: Doczar, Raio-X dos Processos Odontológicos — TJSP 2015–2025. 1.144 processos contra dentistas julgados em segundo grau, 288 lidos do começo ao fim. Base de dados aberta (CC BY), DOI 10.5281/zenodo.21926164. Coleta em 1º de agosto de 2026.

Um caso concreto

A perícia disse que a cirurgia era necessária. Faltavam os papéis.

Uma cirurgia de mento com implantes, feita em 2005. O paciente processou. A perícia judicial concluiu que a cirurgia era necessária — não era caso de procedimento desnecessário nem de técnica exótica. Mesmo assim o profissional foi condenado, e perdeu também no recurso.

O que pesou está escrito na ementa do acórdão, em letras maiúsculas como o tribunal escreveu:

“AUSÊNCIA DE ANAMNESE E DE EXAMES PÓS-OPERATÓRIOS QUE COMPROVARIAM QUE AS CONSEQUÊNCIAS DA CIRURGIA DECORRERAM DO RISCO DO PROCEDIMENTO. PROVA QUE NÃO PODE SER IMPUTADA AO PACIENTE.”
Ementa do acórdão · TJSP, 2017

Traduzindo: os documentos que teriam mostrado que a complicação era risco do procedimento eram justamente os que não existiam. E o tribunal disse que produzir essa prova não é tarefa do paciente.

A condenação somou R$ 47.734,50 entre dano material e moral. Mas o número que assusta é outro: entre a cirurgia e o julgamento em segundo grau passaram-se doze anos. Doze anos respondendo por uma anamnese que levaria minutos para ficar pronta.

Acórdão público do TJSP, julgado em 2017. A citação é literal da ementa. Este caso é narrado como ilustração e não faz parte da amostra estatística do nosso levantamento — nenhum número desta página vem dele. Sem identificação das partes ou do processo.

POR QUE FICA SEMPRE PARA DEPOIS

Você sabe que precisa. Mas montar tudo à mão leva 30 minutos — e o paciente está esperando.

Abrir o modelo, trocar os dados, conferir cláusula por cláusula, achar o TCLE certo para aquele procedimento, imprimir, pedir a assinatura. No meio da agenda cheia, essa é a primeira etapa que cai — e quando fica com a equipe, cada um resolve de um jeito. O que fica para trás não é um contrato mal feito — é nenhum contrato, justamente no atendimento em que ele mais faria falta depois.

A maioria das clínicas não está exposta por descuido. Está exposta porque, hoje, documentar direito custa 30 minutos que ninguém tem.

O Doczar elimina esses 30 minutos — e devolve o documento com força jurídica, não apenas rápido.

O que o tribunal olhou

Quando o juiz abriu o prontuário, o resultado mudou.

De cada dez processos julgados, o dentista perdeu quase oito. Isso vale para todo mundo, com papelada ou sem. Mas existe um grupo que foge dessa média: aquele em que o juiz olhou a documentação e concluiu que estava em ordem. Ali a derrota cai de 77% para 56%. Quando o prontuário estava faltando ou incompleto, subiu para 89%.

Duas ressalvas. Documentação e resultado andam juntos, o que não prova que uma coisa cause a outra — o juiz costuma discutir o prontuário justamente nos casos em que ele foi decisivo. E registro não é escudo: é prova, e prova registra o que se fez e também o que não se fez. Num dos acórdãos que lemos, o tribunal tratou o prontuário como confiável e leu a ausência de uma anotação como demonstração de que aquele procedimento nunca havia sido realizado. Fonte: Raio-X dos Processos Odontológicos — TJSP 2015–2025.

Argumentos que derrubam defesas
“O paciente diz que não foi informado dos riscos”
Sem TCLE assinado, a palavra é do paciente.
“O paciente diz que não concordou com aquele procedimento”
Sem contrato, não há como provar o contrário.
“O paciente diz que ninguém explicou as alternativas”
Sem registro, a defesa começa perdendo.
Registro não é prova

Seu software de gestão registra o tratamento. Ele não prova o consentimento.

Prontuário, orçamento aprovado, anotação clínica: indispensáveis — e insuficientes. Quando o paciente diz “não fui avisado”, o que você registrou é a sua palavra. Prova é a assinatura dele.

O que seu sistema já registra
  • Prontuário do procedimento
  • Orçamento aprovado pelo paciente
  • Anotações clínicas e evolução
  • Radiografias e fotos
Mostra o que você fez. Não prova o que o paciente aceitou.
O que sustenta sua defesa
  • TCLE assinado com identificação
  • Contrato com o plano combinado
  • Anamnese respondida pelo próprio paciente
  • Trilha de auditoria com carimbo do tempo
É isso que o Doczar gera em menos de 3 minutos — ao lado do software que você já usa.
Do orçamento à assinatura

De 30 minutos por contrato a menos de 3 — sem montar nada.

Não há contrato para montar nem TCLE para procurar. Sem retrabalho de secretária, sem impressora, sem o paciente levar papel para casa. Ele assina pelo próprio celular, na cadeira, antes do procedimento — e o documento volta com força jurídica.

01
Anexe o orçamento
Você ou sua equipe envia o PDF ou cadastra os procedimentos. A IA identifica paciente, procedimentos e valores — sem digitação.
02
Contrato montado na hora
O sistema seleciona as cláusulas corretas para cada procedimento e monta contrato + TCLE completos.
03
Paciente assina pelo celular
Ele recebe o link pelo WhatsApp, lê e assina digitalmente. O documento volta selado, com validade jurídica.
MC
Mariana Costa
Assinatura de documento
Contrato + TCLE
Preenchimento labial — ácido hialurônico 1 ml
Assinar documento
Doczado
Veja na prática

Veja o Doczar rodando, do orçamento à assinatura.

Cada procedimento sai documentado e assinado pelo paciente, sem mudar a rotina da sua clínica.

Orçamento vira contrato + TCLEPaciente assina pelo WhatsAppDocumento volta selado e válido

Veja isso rodando na sua clínica, com os seus procedimentos

Em 260 processos lidos do começo ao fim
01 — Implantodontia
Parestesia, perda do implante, enxerto que não integra
88 casos
02 — Prótese
Adaptação, fratura, estética final diferente da esperada
74 casos
03 — Cirurgia
Extração, lesão nervosa, complicação pós-operatória
31 casos
04 — Endodontia
Perfuração, instrumento fraturado, retratamento
23 casos
05 — Ortodontia
Tratamento além do prazo, reabsorção radicular
21 casos
Outras especialidades: 23.
Onde está o risco

Implante e prótese pagam a conta. E lideram os processos.

Implantodontia e prótese somam 162 dos 260 processos que lemos do começo ao fim — seis em cada dez. Não são casos exóticos: são os tratamentos que sustentam o faturamento de qualquer clínica particular. Se a sua agenda é feita disso, você não está na média do estado — está no pedaço mais exposto dela.

Se você faz qualquer um desses sem documentação assinada, você está exposto.

Fonte: Raio-X dos Processos Odontológicos — TJSP 2015–2025.

O QUE CUSTA NÃO TER O REGISTRO

Quatro anos convivendo com um processo. Esse é o custo que ninguém calcula.

4 anos

É quanto dura um processo desses, do começo até a decisão do tribunal. Metade leva de 3 a 6 anos

45%

Passam de cinco anos. O mais longo que encontramos levou dezessete

48,8%

Nomeiam o dentista como réu, não só a clínica. Quem responde é você, não um CNPJ

Reputação

O nome que você levou décadas para construir, exposto durante todos os anos do processo

A condenação típica é de R$ 12.177, e metade dos casos ficou entre R$ 7.650 e R$ 21.487 — a menor parte da conta. O que pesa são os anos de processo, o advogado e o desgaste. Por isso a conta não se faz pela chance de acontecer, e sim pelo tamanho do estrago quando acontece. Fonte: Raio-X dos Processos Odontológicos — TJSP 2015–2025.

O que o tribunal recusa

Assinado não quer dizer aceito.

Dos treze termos de consentimento que tribunal ou perito parou para examinar, seis foram recusados por serem genéricos demais — e nos seis o dentista perdeu.

O termo genérico
A resposta do tribunal

Um paciente extraiu o siso e teve parestesia. Havia contrato assinado, e ele dizia isto:

“foi devidamente informado sobre propósitos, riscos e alternativas de tratamento”
A cláusula do contrato assinado
“qualquer menção específica sobre o procedimento de extração do dente siso, tampouco referência à possibilidade de configuração de parestesia no pós-operatório”
O que o acórdão disse que faltava
O que o Doczar gera no lugar
TCLE — Extração de terceiro molar
CIRURGIA
Procedimento nomeado
Extração do dente 38 — terceiro molar inferior esquerdo
Risco descrito no termo
  • Parestesia do nervo lingual e do alveolar inferior

A assinatura nunca esteve em discussão. Faltou o documento dizer qual procedimento seria feito e qual risco ele trazia. Em outro processo, o laudo descreveu o mesmo defeito:

“Existe apenas um Termo de Consentimento Livre e Informado junto com o contrato, bastante resumido, genérico, sem nenhuma especificação dos procedimentos realizados.”
Laudo pericial transcrito em acórdão de 2024
O que o Doczar gera no lugar
Mesmo termo, trecho seguinte
Cláusulas do procedimento
  • Alternativas apresentadas ao procedimento
  • Expectativa de resultado e de pós-operatório
  • Cuidados e sinais de alerta após a cirurgia
  • Retorno para avaliação em até sete dias

E o acórdão desse mesmo processo disse o que deveria existir no lugar:

“Era necessário um termo de consentimento próprio, individualizado, de modo que a paciente exercesse sua autonomia de forma livre e esclarecida, o que não ocorreu.”
Acórdão de 2024
O que o Doczar gera no lugar
Mesmo termo, trecho seguinte
Paciente
Renata Alves
Gerado para este atendimento
12 de março, 09:41
Origem das cláusulas
Selecionadas a partir do orçamento aprovado

É exatamente aqui que o Doczar trabalha: cada termo é montado com as cláusulas do procedimento que vai ser feito — riscos daquela técnica, alternativas apresentadas, o que o paciente pode esperar do resultado.

Treze termos examinados: poucos casos para cravar percentual, o bastante para mostrar o que o tribunal não aceita. A recusa ao termo genérico também aparece em Borges (FOB/USP, 2025), que a ancora em manifestação do STJ. Fonte: Raio-X dos Processos Odontológicos — TJSP 2015–2025.

Cada termo montado com as cláusulas do procedimento que vai ser feito

Trilha de auditoria
DOC-1042
Orçamento anexado
12 jun · 14:02 · Dra. Paula Rezende
Expectativa registrada na anamnese
12 jun · 14:04 · "Repor o dente perdido, voltar a mastigar bem"
TCLE visualizado pelo paciente
12 jun · 14:05 · iPhone · IP 187.45.xx.xx
Assinado com identificação
12 jun · 14:07 · selo de tempo + geolocalização
Documento lacradoDoczado
SHA-256 · a3f9…e21c
Prova produzida

Tratamento doczado. Está tudo registrado.

O paciente foi informado, consentiu e assinou com identificação. Se amanhã ele mudar a versão do que foi combinado, você tem evidência com força jurídica.

Experiência do paciente

Seu paciente não baixa nada. Tudo acontece no WhatsApp.

Sem aplicativo para instalar, sem cadastro, sem senha. O link do documento chega na conversa que o paciente já usa todos os dias — ele lê, assina e recebe a cópia doczada no mesmo lugar.

Link seguro e individual — cada documento gera um link único, que expira após a assinatura.

Zero atrito para assinar — abre no navegador do celular, sem conta nem aplicativo. Menos abandono, mais documentos assinados.

Cópia doczada na conversa — depois de lacrado, o documento volta para o paciente pelo próprio WhatsApp.

Doczar
online
HOJE
Olá, Mariana! Seu contrato e termo de consentimento do procedimento já estão prontos para leitura e assinatura.
14:02
Contrato-TCLE-Mariana.pdf
2 páginas · PDF · 184 kB
14:02
Ler e assinar
Contrato-TCLE-assinado.pdf
Documento lacrado · PDF
Tudo certo! Sua cópia assinada fica guardada aqui na conversa.
14:08
Mensagem
Resposta crítica na anamneseO paciente declarou uso de bisfosfonatos.
Anamnese
Carlos Andrade
Faz uso de bisfosfonatos?Sim
Faz uso de anticoagulantes?Não
Diabetes com glicemia descontrolada?Não
É fumante?Sim
Respondida pelo paciente · 12 jun · 14:03 · registrada no documento
Anamnese que avisa

Contraindicação não pode ser descoberta com o bisturi na mão.

O paciente responde a anamnese pelo próprio celular, junto com o TCLE. Respostas críticas — uso de bisfosfonatos, anticoagulantes, diabetes descompensada ou tabagismo — viram alertas que chegam até você antes da cirurgia.

E como cada resposta fica registrada com data e identificação, a anamnese deixa de ser um papel solto no prontuário e passa a fazer parte da sua defesa.

A relação com o paciente

Pedir uma assinatura não assusta. Deixar de documentar, sim.

O termo chega pelo WhatsApp do paciente em linguagem de acolhimento — sem juridiquês, sem clima de cartório. Ele lê o que foi combinado, entende os cuidados e assina pelo celular em menos de 3 minutos. Documentar o consentimento não é desconfiar do paciente: é deixar claro, para os dois lados, o que foi acordado. E para quem investe alto em um tratamento particular, contrato claro não assusta — é o que se espera de uma clínica desse nível.

Clínica que formaliza passa seriedade — não desconfiança.
O paciente sai sabendo exatamente o que foi combinado. Formalizar o cuidado é sinal de uma clínica organizada e profissional.
O paciente sai com o mesmo documento que você.
O documento apenas registra o cuidado que já existe na sua cadeira — agora por escrito, claro para os dois lados.
Por dentro do motor

Tecnologia auditável. Zero improviso jurídico.

Cada decisão de arquitetura existe para que o documento sobreviva a um questionamento judicial.

A IA extrai. Nunca redige.
A inteligência artificial só identifica dados do orçamento — paciente, procedimentos, valores. Nenhuma cláusula jurídica é gerada por IA.
Templates jurídicos versionados
Todo documento referencia a versão exata do template que o gerou — tcle-implante@v3.1.0 — revisada por advogados, nunca editada em retrospecto.
Assinatura com validade jurídica
Assinatura eletrônica avançada, com validade fundada no Código Civil (art. 107 e 225) e na MP 2.200-2/2001 — identificada por IP, dispositivo e, quando o paciente autoriza, geolocalização.
Carimbo do tempo RFC 3161
Cada documento é carimbado por uma autoridade de tempo independente, no padrão RFC 3161 — o mesmo usado em assinatura digital. Prova a data e a hora do aceite: fecha a porta para a alegação de que o termo foi assinado depois.
Documento lacrado por hash
Depois de assinado, o documento é selado com hash criptográfico SHA-256. Qualquer alteração posterior é detectável.
Trilha de auditoria completa
Cada visualização, consentimento e assinatura fica registrada com data e hora. Exportável em PDF para anexar à defesa.
Verificação pública por QR Code
Cada documento selado traz um QR Code que leva a uma página pública de verificação. Perito, paciente ou advogado confere a integridade pelo hash — sem depender da nossa palavra.
LGPD por padrão
Dados de saúde tratados como sensíveis: criptografia em repouso, isolamento por clínica e acesso restrito por papel.
Três pesquisas, três instituições
Coltri
FOP/Unicamp · 2020
O tribunal acompanhou a conclusão pericial em 95,85% dos casos com laudo conclusivo.
Borges
FOB/USP · 2025
Condenações por falha no dever de informar em incidência crescente — e recusa ao termo genérico, ancorada em manifestação do STJ.
Doczar
2026 · este estudo
Quando o tribunal examinou a documentação e a considerou adequada, a derrota caiu de 77% para 56%.
Não é só a nossa pesquisa

Três estudos independentes chegam ao mesmo lugar.

Unicamp, USP e o nosso levantamento partiram de recortes, períodos e métodos diferentes. Convergem no mesmo ponto: a prova pericial manda, e o que o profissional controla é a qualidade do próprio registro.

O nosso analisou 1.144 decisões do TJSP entre 2015 e 2025, com 288 lidas na íntegra. Método completo, base de dados aberta e relatório com DOI — para quem quiser conferir ou discordar.

Os dados são do TJSP, o maior acervo judicial do país. O que eles medem — como os tribunais decidem quando examinam a documentação — decorre de legislação federal, a mesma em qualquer estado.

Revisão jurídica
Cada cláusula que o Doczar usa foi revisada para resistir a um questionamento judicial. Não é texto genérico de internet: é instrumento jurídico construído para defender a clínica.
VL
Victor Lambert
Advogado · OAB/SP 447.125 — responsável pela revisão jurídica
FAQ

As dúvidas que aparecem antes de começar.

Meu software de gestão já tem prontuário. Não basta?

O prontuário continua indispensável — e o Doczar não o substitui. Mas ele registra a sua conduta; não prova que o paciente foi informado dos riscos e concordou com aquele plano. Essa prova é o TCLE e o contrato assinados com identificação, carimbo do tempo e trilha de auditoria — a camada que o Doczar acrescenta ao que você já usa.

Já uso contratos feitos pelo meu advogado. Por que mudar?

O modelo raramente é o problema — a execução é. O contrato do seu advogado só vale como prova quando é preenchido, assinado e arquivado em todos os atendimentos, inclusive nos dias mais cheios. O Doczar transforma esse modelo em rotina: cláusulas revisadas por advogado, assinatura com validade jurídica, carimbo do tempo e trilha de auditoria em cada tratamento — sem depender de disciplina manual. E tem um detalhe que apareceu no nosso levantamento: dos treze termos de consentimento que o juiz ou o perito parou para ler, seis foram rejeitados por serem genéricos demais. Nos seis, o dentista perdeu.

Funciona para clínica com mais de um dentista?

Sim. A clínica tem um ambiente próprio, com os profissionais da equipe, e todo documento sai no mesmo padrão — independentemente de quem atende. Você acompanha em um só lugar o que já foi doczado e o que ainda está exposto.

Faço harmonização orofacial. Esses números falam de mim?

Em parte, e vale ser direto: harmonização orofacial não aparece como categoria separada no período que analisamos, então nenhum número desta página descreve o risco de um procedimento de HOF. O que alcança você é o regime. Nos acórdãos que lemos, o tribunal tratou a obrigação como de resultado em 44% dos casos, contra 8% de obrigação de meio — e procedimento estético é o caso mais claro dessa régua: o compromisso não é só com a técnica correta, é com o resultado combinado. Some a isso o ticket de um protocolo de HOF e a exposição fica mais afiada, não menor. Por isso HOF tem uma página própria, com contrato e TCLE montados para esses procedimentos.

Ver a página de harmonização orofacial
Esse documento tem validade na Justiça?

Sim. A assinatura eletrônica segue a MP 2.200-2/2001 e o Código Civil, com registro de IP, dispositivo e carimbo do tempo emitido por autoridade independente no padrão RFC 3161. Cada documento é lacrado com hash SHA-256, o que torna qualquer alteração posterior detectável — exatamente o tipo de prova que sustenta uma defesa.

E se o paciente não quiser assinar?

O termo chega em linguagem de acolhimento, sem juridiquês — o paciente entende que assinar deixa claro o combinado para os dois lados. Na prática, a recusa é rara; e se acontecer, fica registrada, o que por si só já é uma informação relevante antes de iniciar o tratamento.

Estou há 20 anos na clínica e nunca fui processado. Isso é risco real?

É real, e é menor do que o marketing de susto costuma dizer. Num ano qualquer, a chance da sua clínica virar um processo desses é pequena — e a gente prefere falar isso na cara do que inflar número. Só que a conta não é essa. Primeiro: o que medimos é a fatia mais rara do problema, só o que subiu para a segunda instância. Acordo, juizado especial, processo no CRO e a briga que morre no boca a boca não entram. Segundo, e mais importante: o que decide se vale a pena documentar não é a frequência, é o estrago. Quando acontece, são quatro anos de processo em média, 77% de derrota entre os casos julgados e um desgaste que não volta. Ninguém instala extintor porque espera incêndio.

Esses números são de São Paulo. Eu atendo em outro estado.

O dado é de São Paulo por um motivo prático: é o maior acervo judicial do país e o único com busca pública que qualquer pessoa pode refazer sem credencial — foi o recorte que permitiu ler onze anos de processos um a um, com rigor. Mas o que decide esses casos não é lei estadual. O Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil, a inversão do ônus da prova e o código de ética do CFO valem igual em Manaus, Recife ou Curitiba. A sua clínica responde sob exatamente as mesmas regras. O que muda de estado para estado é o volume de ações, não o que o juiz vai cobrar de você quando uma chegar.

De onde vêm os números desta página?

São nossos. Lemos 1.144 processos contra dentistas julgados em segundo grau no Tribunal de Justiça de São Paulo entre 2015 e 2025, e 288 deles do começo ao fim. Os 77% saem dos 234 que chegaram a julgamento de mérito: o dentista perdeu em 181. Publicamos tudo: o método, a base de dados e o relatório completo, aberto para qualquer um conferir ou contestar. E sim, vendemos software de documentação — por isso publicamos também o que não nos favorece: mesmo com a documentação aprovada pelo juiz, a derrota ficou em 56%. Documentar não decide o caso sozinho. É a única variável que ainda está na sua mão quando o processo chega. Os números descrevem o que já aconteceu em processos passados. São medida de risco, não garantia de resultado.

Quanto custa?

Tem preço de tabela e uma condição de plano fundador, para quem entra nesta fase. Apresentamos os dois na demonstração — 10 minutos, sem compromisso. Em qualquer cenário, custa uma fração da defesa em um único processo.

COMECE AGORA

Comece a doczar sua clínica.

Ninguém acha que vai ser processado. Até ser. Quanto mais sua clínica construiu, mais há em jogo — e cada tratamento doczado é um registro a mais do seu lado.

10 minutos · sem compromisso