Implante, prótese, ortodontia, cirurgia: dentista experiente não perde processo por técnica — perde por falta de prova. O Doczar gera contrato e TCLE assinados pelo paciente em menos de 3 minutos.
O risco você já conhece. O tamanho dele, talvez não.
Fontes: dados do CNJ — Conselho Nacional de Justiça (2022–2023); levantamento de especialistas em Odontologia Legal (2024); estudo FO-USP sobre sentenças de 1ª instância do TJ-SP (2019).
Abrir o modelo, trocar os dados, conferir cláusula por cláusula, achar o TCLE certo para aquele procedimento, imprimir, pedir a assinatura. No meio da agenda cheia, essa é a primeira etapa que cai — e quando fica com a equipe, cada um resolve de um jeito. O que fica para trás não é um contrato mal feito — é nenhum contrato, justamente na hora em que ele mais protegeria você.
A maioria das clínicas não está exposta por descuido. Está exposta porque, hoje, se proteger custa 30 minutos que ninguém tem.
O Doczar elimina esses 30 minutos — e devolve o documento com força jurídica, não apenas rápido.
Sem consentimento informado documentado, sem prontuário completo e sem documentos assinados, o dentista perde a única prova de que agiu com diligência — e o STJ reconhece condenação pela simples ausência do TCLE, mesmo que o procedimento tenha sido tecnicamente perfeito.
Sem TCLE assinado, o dentista pode ser condenado mesmo sem ter errado — e sem ele, não consegue provar que não errou.
Em procedimentos estéticos — implantes, facetas, clareamento — a ausência de documentação praticamente elimina qualquer defesa.
O paciente questiona. O dentista não tem como provar o que foi combinado. O resultado tecnicamente correto se torna indefensável na Justiça.
Prontuário, orçamento aprovado, anotação clínica: indispensáveis — e insuficientes. Quando o paciente diz “não fui avisado”, o que você registrou é a sua palavra. Prova é a assinatura dele.
Não são casos raros. São exatamente os tratamentos que sustentam o faturamento de uma clínica particular.
Se você faz qualquer um desses sem documentação assinada, você está exposto.
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Não há contrato para montar nem TCLE para procurar. Sem retrabalho de secretária, sem impressora, sem o paciente levar papel para casa. Ele assina pelo próprio celular, na cadeira, antes do procedimento — e o documento volta com força jurídica.
Cada procedimento sai documentado e assinado pelo paciente, sem mudar a rotina da sua clínica.
O paciente foi informado, consentiu e assinou com identificação. Se amanhã ele mudar a versão do que foi combinado, você tem evidência com força jurídica.
Consentimento documentado — o paciente leu, entendeu e assinou digitalmente com identificação.
Documento selado — hash SHA-256 + TSA RFC 3161 garante que nenhuma alteração passou despercebida.
Trilha de auditoria — cada visualização, consentimento e assinatura registrada com data, hora e identificação.
Sem aplicativo para instalar, sem cadastro, sem senha. O link do documento chega na conversa que o paciente já usa todos os dias — ele lê, assina e recebe a cópia doczada no mesmo lugar.
Link seguro e individual — cada documento gera um link único, que expira após a assinatura.
Zero atrito para assinar — abre no navegador do celular, sem conta nem aplicativo. Menos abandono, mais documentos assinados.
Cópia doczada na conversa — depois de lacrado, o documento volta para o paciente pelo próprio WhatsApp.
O paciente responde a anamnese pelo próprio celular, junto com o TCLE. Respostas críticas — uso de bisfosfonatos, anticoagulantes, diabetes descompensada ou tabagismo — viram alertas que chegam até você antes da cirurgia.
E como cada resposta fica registrada com data e identificação, a anamnese deixa de ser um papel solto no prontuário e passa a fazer parte da sua defesa.
O termo chega pelo WhatsApp do paciente em linguagem de acolhimento — sem juridiquês, sem clima de cartório. Ele lê o que foi combinado, entende os cuidados e assina pelo celular em menos de 3 minutos. Documentar o consentimento não é desconfiar do paciente: é deixar claro, para os dois lados, o que foi acordado. E para quem investe alto em um tratamento particular, contrato claro não assusta — é o que se espera de uma clínica desse nível.
Cada decisão de arquitetura existe para que o documento sobreviva a um questionamento judicial.
Cada cláusula que o Doczar usa foi revisada para resistir a um questionamento judicial. Não é texto genérico de internet: é instrumento jurídico construído para defender a clínica.
O prontuário continua indispensável — e o Doczar não o substitui. Mas ele registra a sua conduta; não prova que o paciente foi informado dos riscos e concordou com aquele plano. Essa prova é o TCLE e o contrato assinados com identificação, carimbo do tempo e trilha de auditoria — a camada que o Doczar acrescenta ao que você já usa.
Sim. A assinatura eletrônica segue a MP 2.200-2/2001 e o Código Civil, com registro de IP, dispositivo, geolocalização e carimbo do tempo ICP-Brasil. Cada documento é lacrado com hash SHA-256, o que torna qualquer alteração posterior detectável — exatamente o tipo de prova que sustenta uma defesa.
O termo chega em linguagem de acolhimento, sem juridiquês — o paciente entende que assinar é o que protege os dois lados. Na prática, a recusa é rara; e se acontecer, fica registrada, o que por si só já é uma informação relevante antes de iniciar o tratamento.
Não. A IA apenas extrai os dados do orçamento — paciente, procedimentos e valores. Nenhuma cláusula jurídica é gerada por IA: todas vêm de templates versionados e revisados por advogados, como explica o Dr. Victor Lambert acima.
Dados de saúde são tratados como sensíveis pela LGPD: criptografia em repouso, isolamento por clínica e acesso restrito por papel. A trilha de auditoria de cada documento é exportável em PDF, caso você precise anexá-la a uma defesa.
Não. Você anexa o orçamento, confere os dados e libera — o sistema cuida do resto. O paciente assina pelo WhatsApp, sem instalar nada. Em poucos minutos, sem treinamento, o primeiro tratamento já está doczado.
O modelo raramente é o problema — a execução é. O contrato do seu advogado só protege quando é preenchido, assinado e arquivado em todos os atendimentos, inclusive nos dias mais cheios. O Doczar transforma esse modelo em rotina: cláusulas revisadas por advogado, assinatura com validade jurídica, carimbo do tempo e trilha de auditoria em cada tratamento — sem depender de disciplina manual.
Sim. A clínica tem um ambiente próprio, com os profissionais da equipe, e todo documento sai no mesmo padrão — independentemente de quem atende. Você acompanha em um só lugar o que já foi doczado e o que ainda está exposto.
Os planos acompanham o volume da clínica — e, em qualquer cenário, custam uma fração do que custa a defesa em um único processo. Agende uma demonstração sem compromisso e montamos o plano certo para a sua rotina.
Ninguém acha que vai ser processado. Até ser. Quanto mais sua clínica construiu, mais há para proteger — e cada tratamento doczado é uma exposição a menos.